segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

As "raízes" do campo nativo...

  Para os que acreditam no potencial do campo nativo como alimentação principal para o gado e que querem uma alternativa de manejo que aumenta a resistência das plantas a estiagem.
    São resultados preliminares, mas o trabalho foi desenvolvido na Embrapa Pecuária Sul com plantas de Paspalum notatum (grama forquilha) onde metade dos vasos foi manejado com "folga" (corte aos 10 cm de altura e frequência de 375 graus-dia) e a outra metade com "aperto" (corte aos 3 cm de altura e frequência de 150 graus-dia). O trabalho durou 2 meses - do plantio de perfilhos simples e com as raízes cortadas  até a colheita - o que indica como essas plantas respondem rápido ao manejo.
     O princípio é simples: quanto mais raízes a planta tem e quanto mais fundo elas forem,  mais água e nutrientes ela tem disponível e mais tempo vai resistir a uma seca.
     Então um diferimento no início da primavera permitirá o crescimento e aprofundamento das raízes, preparando a planta para enfrentar a seca que virá (e que vem, todo ano...)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Homenagem a Maçambará...

De volta de uma tropeada.

João Sampaio - Luiz Marenco

"Das Três Bocas ao Itu quantas léguas que terá?
Talvez a mesma distância do Itaó a Maçambará
Me espera ali na cancela que a noite vai ser de lua
E eu vou chegar ao tranquito esporeando a saudade tua

Ao repechar o baixo fundo no costado da coxilha
Vou me apear e colher pra ti uma flor de maçanilha
Venho guloso de afeto peão de tropa e capataz
De volta ao rancho que ergui há quarenta anos atrás..."

sábado, 6 de outubro de 2012

E finalmente chega a primavera... o campo florece, colocando para fora toda sua beleza que estava em hibernação.
Essa é a diversidade e a beleza desse campo, responsável pela base de alimento daquela que será a melhor carne do Brasil.
Tem gente que acha bonito o azevém, a braquiaria, o tifton...tem gosto pra tudo.
Isso sim tem valor (econômico, cultural, ambiental e estético). E a gente não gasta 10 minuto para tirar essas fotos...

terça-feira, 27 de março de 2012

Vista do pátio. Foto tirada no lado oeste do pátio da casa. Inverno de 2009.

Porteira de entrada para o pátio da casa.Visualiza-se ao fundo a Figueira da porteira de entrada da Fazenda. Verão de 2010.

Parte do rebanho em dia de vermifugação. Potreiro de entrada da mangueira.

Filhote de ovelha nascido fora de época em observação. Verão de 2010.

Mangueira em vista lateral em uma manhã de verão em 2010.

Gado em dia de marcação. Parte do rebanho de gadodentro da mangueira. Verão de 2010.

Cavalos encilhados para a lida de campo. Verão de 2010.

Fundo da casa. Arvoredo bem cuidado. Vista do lado sul do pátio da casa. Verão de 2010.

Um pouco da história...

 Figueira do Puitã.
Origem
 Um lugar mágico, como todas as fazendas antigas implantadas em solos do Rio Grande do Sul.
Inicialmente as terras foram compradas com o trabalho conjunto do casal patriarca, Protásio e Júlia, na década de 50. Ambos ligados por laços fortes a terra com raízes fincadas a ela desde seus nascimentos.
Anos depois mais uma parte foi acrescida por herança de familia. Hoje a atual proprietária é Sandra, filha mais velha do casal inicial, bióloga por profissão e gaúcha por nascimento.
A propriedade
 A água disponivel vem de três açudes, construidos dois na década de 70,  pelo casal  patriarca, e outro em 2011 pela atual poprietária . Possui também duas lagoas que parecem que sempre estiveram ali.
Conta com um mato e campo nativos, onde se encontram ipes roxos, coqueiros, pitangueiras, canelas e um arsenal de plantas rasteiras pertencentes as familias botânicas Asteraceae, Lamiaceae, Myrtaceae,Verbenaceae e Poaceae e outras espécies menos representativas de outras familias botãnicas, que foram excicatadas pela proprietária e incluidas em 2001, em uma tese de doutorado  e que se encontram depositadas no HERBARA de Unileon/España.
Figueira do Puitã hoje. Antigamente era chamada São José da Boa Vista, por se encontrar na parte mais lata da região onde está inserida e em uma visão de 360º C, pode-se observar terras de Santiago, Unistalda, São Francisco de Assis, Manoel Viana, São Borja.
Hoje tem uma figueira plantada na porteira, que identifica e dá nome ao lugar